LACERDA Nuno - Portugal
![]()
1983, Lisbon
Lives and works in Lisbon
Studies:
Faculdade de belas artes da universidade, Lisbon
http://www.nunolacerda.weebly.com
Artist presentation
Nuno Lacerda works mostly in illustration and video. In a recurrent series of works that started in 2007 with the loop Seis Portas (Six Doors), he uses video to involve the spectator in a specific game of logic. Either through spatial manipulation with multiple screens or through interactivity, he endeavours to create videos that come out of the canvas and give the viewer the illusion of control. There is really no intentional message in these experiences: like most of Lacerda’s work whatever the media, it's all just a humorous, nonsensical game.
The video Percurso (6) was one of his first experiments. In it, a character explores an audiovisual spatial construction: he multiplies failed attempts to find his own instances, generating sounds that mix up to produce a chaotic composition and forever searching for himself. It's an attempt for a total space, a circuit completely integrated within the canvas, from which its inhabitants (and the viewer) can't escape.
Nuno Lacerda desenvolve o seu trabalho principalmente em torno da ilustração e do vídeo. Numa recorrente série de trabalhos, iniciada em 2007 com o vídeo cíclico Seis Portas, utiliza o vídeo para envolver o observador num jogo de lógica específico. Seja através da manipulação do espaço através de múltiplos ecrãs ou através da interactividade, o autor pretende criar vídeos que se estendem para lá dos limites da tela e dão ou retiram ao observador uma questionável ilusão de controlo. Não existe uma mensagem intencional nestas experiências, tratam-se antes de jogos de absurdo e um ligeiro sentido de humor está normalmente na sua origem, como na maioria dos seus trabalhos, independentemente do meio utilizado.
O vídeo Percurso(6) foi um dos primeiros desta série de trabalhos: Um personagem explora uma construção espacial audiovisual, multiplica-se, desencontra-se, gera sons que se misturam numa composição cacofónica, procura-se perpetuamente. É uma tentativa de um espaço total, de um circuito plenamente integrado na tela do qual os seus habitantes (e o observador) não podem fugir.



